Poizé…

Pois é… ou sería… pô zé!
O caótico transito em Sampa, a cidade do cinza, do caos, 40 graus de extress, correría, uma guerra pra entrar no metrô, para pegar o ônibus, o gostinho de sangue na garganta, e o carro no meio deste turbilhão me vai e quebra… AH… já ia me esquecendo… dia de prova!
Pois é…
Sem dinheiro, sem seguro, duro… imagine um assalariado em São Pulo sem dinheiro, com carro velho na rua, vidro trazeiro quebrado, multas, licenciamento e IPVA atrasados… na verdade quebrado estou eu… ou o país…

Pois é… é nesse carro velho, de bvelhos políticos, velhas promessas, mal passadas e velhas crises onde  moramos, convivemos, comemos e bebemos, namoramos, casamos, e a vida continua num poizé danado, de conformidade no inconformismo do dia-a-dia!

~ por nikamigo em Outubro 3, 2008.

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