diamante

•Junho 10, 2009 • Deixe um comentário

poesia2

não posso mais viver sem a poesia…
companheira de todas as horas…
das minhas verdades… dos meus sonhos…
de menino… de homem… de amante… diamente…
não posso mais viver sem as palavras…
mas elas não bastam… e se calam quando mais preciso…
e diz tudo errado quando me calo…

não posso mais viver sem a inspiração…
por que vem de você… por que é você…
que torna tudo belo… e tudo triste…
o côncavo e o convexo…
o doce dos teus olhos, do teu sorriso…
e o amargo da indiferença…

não consigo mais viver essa gangorra…
de humores… de esperanças… de quem sabe?
se me olha vou ao céu… se ão me vê… é o inferno…
noites sem dormir… dias sem calor… vida sem sabor…

não posso mais viver sem você…
que me prova a existência dEele…
quem me deu vida e o amor…
por que crer nEle é crer que é possível…
amar…
sem conta…
e por isso Ele é inigualável…
por que amou… e amou…
e morreu…
porque tenho vivido a morte…
aprendendo o que é amar!

O que é cultura então?

•Outubro 28, 2008 • Deixe um comentário
Bom-dia,
 
Me chamo Wanderson Borges, venho através deste e-mail manifestar minha enorme decepção com relação ao “Centro Cultural”, por diveross motivos, um deles é pelo fato de ser tão distante das periferias, das populações mais carentes, que necessitam deste contato com a cultura, e quem sabe com sua identidade culrural, e são exclusas deste serviço que podería lhes vir a ser muito útil.
É fato que nas subprefeituras existam os “centros culturais”, mas nem sequer pode-se comparar com a programação encorpada do CCSP(Centro Cultural de São Paulo).
Pois bem, deixemos para lá tantas lamúrias, venho manifestar principalmente a minha indignação quanto à programação de Novembro/2008, pois não há se quer algo que lembre o dia 20 de Novembro, o chamado “dia da Consciência Negra”, aliás, há sim, em 22/11 haverá o ZumBeatles…rock… muito curioso, seríam os Beatles todos Black Power e eu nunca soube?
Não quero acreditar que simplesmente pelo fato de ser mais centralizado, este centro seja dirigido ao público local, se for isso mesmo, retiro o que disse, pois centro cultural lembra-me cultura, um lugar central aonde se diviulgue, manifeste e relembre-se a manifestação Cultural, e por ventura não estamos falando desse tema? Ou será que deveríamos chamá-lo centro Cultural… com algum complemento, o qual não tenho a patente para definir?
 
Peço desde já desculpas se fui groceiro ou sínico, mas não pude deixar passar, sou apenas um cidadão comum, em busca de conhecimento e reconhecimento!
 
Obrigado…
 
 
Wanderson Borges

A Felicidade

•Outubro 8, 2008 • Deixe um comentário

Algumas pessoas dizem que escrevo melancolias, outros… solidão, outros até… tristeza.

O que se passa na cabeça de um poeta? Ou melhor seria perguntar, no coração?

Ente autos e baixos de um sistema incontrolável de sentidos e sentimentos, que vem e vão, como uma gangorra, como as ondas do mar, numa vai e vem intenso, e são fortes, valentes, tristes e receosas. Como o bater do coração, ora firme e forte, ora sutil e sonolento, assim caminha cada pensamento, viajando nos devaneios da minha consciência.

Louco… não! Apenas um sonhador incontrolável, inconfundível, a pesar das suas mil e uma faces diárias de terror e ternura, de palavras dóceis… doces e turbulentas contradições na qual vive, e é capaz de gerar nos corações de quem lê, como os corações de quem ama a intensa busca do porquê… ou por quem… por ela… pelo outro… jamais por si!

Se amo, amo o faço isso intensamente, se choro, me derramo por inteiro, se escrevo ponho a minha vida, se vivo é que ainda me resta esperança!

A alegria está nas entrelinhas, nos olhares, nos olhos, nos jogos de sedução, que não se resumem em ações simplesmente voluntárias, mas também nos gestos que não mostramos, nas palavras que jamais falaríamos, nos olhares que nos condenam, no que pode o pensamento, a imaginação, no implícito, no que contamos sem precisar falar.

 

 

 

 

Poizé…

•Outubro 3, 2008 • Deixe um comentário

Pois é… ou sería… pô zé!
O caótico transito em Sampa, a cidade do cinza, do caos, 40 graus de extress, correría, uma guerra pra entrar no metrô, para pegar o ônibus, o gostinho de sangue na garganta, e o carro no meio deste turbilhão me vai e quebra… AH… já ia me esquecendo… dia de prova!
Pois é…
Sem dinheiro, sem seguro, duro… imagine um assalariado em São Pulo sem dinheiro, com carro velho na rua, vidro trazeiro quebrado, multas, licenciamento e IPVA atrasados… na verdade quebrado estou eu… ou o país…

Pois é… é nesse carro velho, de bvelhos políticos, velhas promessas, mal passadas e velhas crises onde  moramos, convivemos, comemos e bebemos, namoramos, casamos, e a vida continua num poizé danado, de conformidade no inconformismo do dia-a-dia!

Coração de Cavalheiro

•Setembro 29, 2008 • Deixe um comentário


O que guardas o guardião…?

os dias de insônia..

as noites sem fim…

pensamentos insanos…

ou  coração…?

 

O que guardas ó guardião…

 Futuro ou passado…

vida ou a morte…

o sonho assassinado…

ou desejo imaculado…?

 

O que guardas…?

O que queres…?

O que podes…?

O que fazes…?

 

Quem te manda…

a solidão…?

O sofrimento talvez…?

As chagas do passado…

verdade… insensatez…?

 

O que guardas ó guardião…

Que impossibilitas a felicidade…?

Guardas do mundo vil…

o coração de donzela…

que morres no infortúnio…

de uma história tão bela…?

 

Desperta-te ó guardião…

Embainha vossa espada…

É chegado o cavalheiro…

É finda vossa jornada!!!

Ó paí ó…

•Setembro 29, 2008 • Deixe um comentário

Diretamente da terra tupiniquim, ”emdebate entre cordeiros”.
Estrelando… a cordeiríssima Martaxa, de pele alva e linhagem nobre, aquela que “relaxa e goza”, quer dizer, relaxar nós percebemos facilmente, porém gozar mesmo só escondidinho…
Empunhem as bandeiras, aí vem eles… Cassagnan, Alkmorthos, e Malufis… os três marqueteiros… diretamente de irmãos coragem… Irmão Valente… e para toda a juventude de plantão.. ela… a inenarrável… Soninho Franbeck… xii… dormiu!

É de fato uma epopéia esse debate político para as eleições de São Paulo, propostas? Que propostas? Deixa pra lá essa coisa de promessas e mais promessas, vamos falar do que interessa… os três marqueteiros não são mais os mesmos, não se entendem e atiram, quer dizer lançam as suas afiadas espadas linguais para tdos os lados sem olhar a quem, por vezes revala até em nós… é isso mesmo.. em nós eleitores, ou sería melhor dizer telespectadores, só não sei se é filme de ação, romance, terror ou aventura… alguns como a Martaxa sem dúvida pensa que é qde romance, como daqueles galâs brasileiros, que prometem enganam e rompem com as menininhas, mas tudo ocm muito prazer é claro, na contra mão vem Soninho Franbeck, mas não tem muito peso nessa disputa, pois ainda está numa viagem só… ou melhor sería dizer… sóh….
Apertem os sintos meus caros colegas, aí vem ele… O Robbin Hood dos tempos modernos, o Rappin Hood das Periferias, a mãe/ pai dos pobres, sem teto, sem terra, sem v… ops… Irmão Valente…

Todos os nossos problemas acabaram, qualquer um que tomar posse, isso no sentido literário da palavra, será exelente para a população, não teremos mais problemas, o trânsito, isso será coisa do passado, pelo menos enquanto dormímos o sono dos justos… na terra dos éNóis.. ops… heróis!

O Grito

•Setembro 25, 2008 • Deixe um comentário

Assim como o vento…
que bate com impeto…
na face daquele que se sente livre…
voando… sobre uma motocicleta…

como o sol…
que acaricia… aquece… queima a pele…
como o náufrago… clamando alto por terra firme…

como o rio…
que abre fendas…
rompe cascatas…
as vezes até cai em cachoeiras…

assim é o grito…
que não sai pela boca…
mas transborda pelos olhos…
e salta à flor da pele…

assim como quem não fala com os lábios…
mas com a caneta compõe…

assim te digo…

o que não posso dizer…

assim…

simples assim…

Noites Sóbrias

•Setembro 22, 2008 • Deixe um comentário

preciso saber…

de você…
de mim…
é…
isso mesmo…

preciso saber…

você sabe…
o que dizer…
o que quero saber…
o que será de mim…
o que me espera…

preciso saber…

de você…
do que será…
do que é…
o que ficou..
ou passou?

preciso saber…
para que os dias sejam mais breves…
e as noites sejam menos sóbrias…
par que o frio seja menos… mórbido…
para que o sol enfim brilhe!

Prisão

•Setembro 19, 2008 • Deixe um comentário

de que vale…?

a liberdade…
sem saber…
sem poder…
sem sentir…

de que vale…?
se o desconhecido escravisa…
no nada… de tudo que buscamos…
no submundo dos sentidos…
do coração…
da vida…

de que vale…?
de que vale…?

um sorriso… um olhar…
um gesto…
se a noite é tão longa…
como o tempo que buscamos…
hoje…
amanhã…
sempre…
sem resposta…!!!

Fim

•Setembro 17, 2008 • Deixe um comentário

o fim pode ser o começo…
de tudo…
talvez o fim do nada…
o meio do tudo…
ao lado do quase…
tão próximo do sempre…
fim…
quase meio…
de tudo…
em mim…